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Ansiedade

Atualizado: 13 de mai.



Sabia que:

As perturbações de ansiedade são as perturbações mentais mais comuns a nível mundial. Estima-se que 34% das pessoas sofrem de ansiedade em algum momento da vida. Em Portugal, segundo o relatório Saúde Mental em Números 2014, cerca de 16,5% população sofre de ansiedade, tornando-se um dos países com a mais elevada prevalência deste quadro psicopatológico.


O que é?


A ansiedade é uma perturbação do foro mental que, ao atingir um valor extremo, provoca mal-estar gerando disfuncionamento nas esferas social, profissional e ocupacional.

Importa saber que, em níveis ligeiros, os estados de ansiedade poderão ser percecionados como úteis , contribuindo para a funcionalidade da pessoa (ver figura 1).



Figura 1. Curva da ansiedade (Leia de Yerkes - Dodson)


Como se manifesta?


Sintomas mentais – “medo do medo”: medos desproporcionais e permanentes; pensamentos rominativos negativos e incontroláveis; hiperativação emocional, etc.


Sintomas corporais – náuseas, dificuldade em respirar, aceleração dos batimentos cardíacos, diarreia, dores de cabeça e musculares, transpiração, dores no peito, etc.


Tipos de ansiedade:


- Perturbação de ansiedade generalizada.

- Perturbação de pânico.

- Fobia social.

- Perturbação de stress pós traumático.

- Perturbação obsessivo compulsiva.


Algumas estratégias para gestão da ansiedade:


a) Respiração diafragmática:

Fase 1 - Inalar o ar em quatro segundos.

Fase 2 – Reter a respiração durante 3 segundos.

Fase 3 – Expirar pela boca ou nariz em 7 segundos.


b) Foco “Aqui e Agora”:

Fase 1 – Observar com atenção o que está à volta.

Fase 2 – Inventariar o que vê, cheira, sente e ouve.


c) Visualização “Lugar seguro”


d) Sensações físicas

Fase 1 – Colocar um cubo de gelo na mão e centrar a atenção na sensação

ou lavar a cara com água fria e notar as sensações que daí surgem.


e) Afirmações positiva

“Os meus pensamentos não são factos, são apenas pensamentos, tal como as nuvens vão e vêm”.

“O que estou a sentir é temporário”.

“Sei que me vou sentir melhor daqui pouco”.


As estratégias acima não substituem a psicoterapia ou outro tipo de apoio no âmbito da saúde mental.


Texto elaborado por: Jully Pereira, Psicóloga Clínica e da Saúde.



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